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Política

Covidão: vem aí, um novo escândalo brasileiro?

Denúncia de um novo esquema de possível corrupção com dinheiro público, o covidão, foi feita por Roberto Jefferson em programa da Jovem Pan

Em entrevista para o programa Os Pingos nos Is da Jovem Pan no último dia 20 de abril, Roberto Jefferson fez uma série de denúncias sobre práticas nada republicanas do Congresso Nacional. Uma delas, com potencial para se tornar um novo escândalo nacional. O esquema já tem até apelido: Covidão.

Quando indagado por Zé Maria Trindade sobre a implantação de um parlamentarismo à força no país, disparou:

Oh Zé Maria, quando o Congresso rouba a agenda, não vota as medidas provisórias propostas pelo presidente, nem os Projetos de Lei do presidente, ele está fazendo o governo paralelo. Tanto, que o Rodrigo Maia é chamado no Congresso de Primeiro Ministro e a Veja o saúda festivamente esta semana em suas páginas amarelas chamando ele de primeiro ministro.

Por que o comando da pauta da agenda política, que é legislativa, está dentro do Congresso Nacional. Você quer ver uma coisa grave? Essa liberação de 100 bilhões aí, que foi injetada como você disse no sangue, lá na base, nos prefeitos e nos governadores, de uma verba pra indenizar, uma verba de ressarcimento do Covid, da doença Covid-19. Foram votados 100 bilhões de socorro aos governadores de estado e aos prefeitos. Todos eles decretaram estado de calamidade pública.

Eles recebem esta dinheirama dos cofres públicos, isso montado dentro do Congresso Nacional. Porque o Guedes, a quem o presidente da Câmara, o Rodrigo Maia tem chamado de “Não-sério”, dizendo que o Ministro da Fazenda não é sério, o Guedes disse a ele: você não pode colocar este custo no Tesouro Nacional sem contrapartida dos estados e municípios, no seu ISS, no seu ICMS. Nós não suportamos no Tesouro dar 100 bilhões de custeio aos governadores e prefeitos em nome do coronavírus. Você não pode fazer isso.

O Rodrigo fez, numa aliança golpista com os governadores. Esse dinheiro, ele vai ser liberado depois que transitar no Senado, lá pra final de maio/junho. Ele não é um dinheiro para o coronavírus, porque o decreto de calamidade pública isenta o governador, isenta o prefeito de fazer licitação pública. Isso é dinheiro de eleição. Isso é fundo eleitoral. Isso é pra financiar campanha em caixa 2 para prefeito que está no governo e para governador, apoiando os seus prefeitos escolhidos a voltar no governo em seus municípios.

Você vai ver, e eu não sou aqui nenhum profeta não, mas é nítido aos olhos de quem faz política que vai ser um escândalo após a eleição e o Brasil, o Ministério Público com a Polícia Federal vai ter que investigar um novo escândalo enorme, é o Covidão, o Covidão-19 porque a verba vai ser desviada para a eleição. Porque toda essa dinheirama é transferida sem fiscalização e sequer sem uma licitação pública. Isso é gravíssimo. E o Rodrigo fez contra o pedido que foi feio a ele, do Ministro da Fazenda, a quem ele irresponsávelmente chama na entrevista das páginas amarelas da Revista Veja que eu vi hoje de “Homem que não é sério” e não merece crédito. Muito grave, é muito grave.

A entrevista você confere na íntegra no Youtube da Jovem Pan.

Via Farmfor Brasil.

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