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Política

Cadun (cadastro único) e o auxílio emergencial

Cadastro único – Cadun – é o instrumento do Governo Federal para o cadastramento das famílias brasileiras de baixa renda

Milhões de pessoas estão buscando receber o Auxílio Emergencial do Governo Federal para alívio da crise causada pela pandemia do coronavírus e do Covid-19. O Cadun (apelido popular do CadÚnico – Cadastro Único) facilita o recebimento do auxílio, já que quem não está cadastrado precisa fazer uma autodeclaração no aplicativo disponibilizado pelo governo, mas ficará por último na fila.

Para ter direito ao Auxílio Emergencial, a pessoa deve ter 18 anos ou mais, estar desempregado ou que exerça a funçao de Microempreendedor Individual (MEI), seja contribuinte individual da Previdência Social e trabalhador informal. A renda mensal da família por pessoa não pode ultrapassar meio salário mínimo (R$ 522,50) e no máximo três salários mínimos ou R$ 3135,00.

Quem está recebendo Seguro Desemprego não tem direito ao Auxílio Emergencial. Quem tem emprego com carteira assinada formal ativo também não.

Quem já recebe o Bolsa Família ou já está no Cadun receberá automaticamente o benefício, não precisa fazer cadastro.

Importante: para saber se você está no Cadastro Único – CADUN – acesse este site da Caixa Federal.

Quem tem direito ao auxílio e não tem cadastro, precisam baixar o aplicativo ou acessar o site do Auxílio Emergencial.

Os aplicativos do Auxílio Emergencial – onde baixar

O aplicativo para quem tem celular android deve ser baixado neste link da Google Play.

Para quem usa iPhone, é preciso acessar a loja de aplicativos da Apple neste endereço.

Histórico do Cadastro Único

Em 2001, por meio de decreto presidencial, o Brasil criou o Formulário de Cadastramento Único para Programas Sociais do Governo Federal, quando os programas de transferência de renda começaram a ser implementados como estratégias de combate à pobreza no país.


Entre 2001 e 2002, o Governo Federal executava diferentes ações de transferência de renda direcionadas a famílias com perfis de renda similares, como os Programas Bolsa Escola, Auxílio-Gás, Bolsa Alimentação e o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil. Esses programas utilizavam diferentes cadastros para identificar e selecionar o público-alvo, o que dificultava a coordenação das ações, fragmentava o atendimento e reduzia sua eficiência. A falta de integração das informações possibilitava o acúmulo de benefícios sem que houvesse a garantia da universalização do acesso para todos os que precisassem: uma mesma família podia ser beneficiária de dois ou três programas, ao passo que outras, em situação e localidades semelhantes, não contavam com nenhum apoio.


A criação do Cadastro Único em 2001 teve como objetivo incentivar a integração destes programas para concentrar esforços no atendimento de um público com características e necessidades semelhantes. Entretanto, na prática, essa integração não aconteceu de forma imediata, pois era preciso uma melhor definição dos parâmetros para sua gestão, com definições
sobre o público-alvo, as regras e os procedimentos de coleta, atualização e manutenção dos dados. A consolidação do Cadastro Único como ferramenta de inclusão social das famílias de baixa renda começou a se concretizar com a criação do Programa Bolsa Família (PBF), em 2003, a partir da unificação dos programas de transferência de renda condicionada existentes na época.

A legislação do PBF definiu o Cadastro Único como instrumento de
identificação e seleção de seus benefi ciários. Por ser utilizado pelo Bolsa Família, o Cadastro Único fortaleceu-se, o número de famílias cadastradas foi ampliado e as informações ganharam mais qualidade. Entre 2001 e 2003 a gestão do Cadastro Único era de responsabilidade da Secretaria de Assistência Social do Ministério da Previdência Social. Em 2004, com a criação do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), a gestão do Cadastro Único, assim como a do Programa Bolsa Família fi caram sob a responsabilidade da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania (Senarc), uma das cinco secretarias do MDS.

Para saber mais: Breve histórico do Cadastro Único.

Dica do Farmfor Brasil.

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